Amados:
Vocês concordarão em que Jesus
não é Papai Noel. Mas, é interessante como o ser humano gosta de um presente, e
também de que o obriguem a adotar certos requisitos para só assim logo eles se
mostrarem generosos. Quando os “pentecostais” e “neopentecostais” exteriorizam
a Teologia da Prosperidade politicamente, relacionando-a com um falso “reino de
Deus” na terra, facilmente são incontáveis os cristãos que se sujeitam a essa falácia
que só funciona para os mais “capitalistas”. Quando um missionário dá tudo o
que seu povo precisa: roupas, calçados, comida, e até Bíblias e cursos para
representantes seus que o substituam quando necessário, num artificio “capitalista”
travestido de “amor”, achamos muito bom ser destinatários. Mas, tem algo em
tudo isto, genuinamente cristão?
Temos também a Teologia da Libertação e a “Missão Integral” como movimentos reacionários ao anterior, que apenas recuperou uma parte do Evangelho de Jesus Cristo, mas nunca sua própria essência revolucionária como é. Como não ser confundido com o Comunismo? Como não se parecer Populismo? Como não gerar vagabundos e crentes irresponsáveis? O problema surge e se perpetua, toda vez que no status quo ou no progressismo achamos que “descobrimos a pólvora”, quando apenas falamos de um evangelho menos evangélico, ou mais evangélico, tendo por modelo o de Jesus Cristo.
Mas, não necessitamos de algo melhor. Digo mais; radicalmente de nada serve pôr remendo novo em pano velho. Por que em ambos os lados, o da Teologia da Prosperidade e o da Teologia da Libertação só se juntam com os que pensam igual, e fazem três coisas iguais, cada um do lado que escolhe adotar como Evangelho: 1) Se erigir “militantes” de valores opostos; 2) Se constituir Adversários dos diferentes, e; 3) Estabelecer e disseminar um conformismo entre as quatro paredes de uma mentalidade infinitamente diminuta em comparação com o desenho da Igreja de Jesus? Porque o humano é assim mesmo:
Gosta de ter um Jesus “Papai Noel”, que lhe dê presentes, ou que lhe encaixe numa estrutura limitativa para manter e não sofrer danificação de suas seguranças e benefícios.
Neste discernimento, declaro que a MISSÃO MUNDIAL DA GRAÇA que represento, apenas ficarmos liberados das restrições do COVID- 19, procederá assim:
1. Pastoreio-Pastoral: Atendimento pré-agendados aos sábados, de 16 a 17 horas, de uma ou duas pessoas, e um único Pastor ou Pastora que queira acompanhar os solicitantes, “para observar e aprender”, e não “meter a colher”: Ministração exclusiva de Tito Berry
2. Movimento Remanente Mapeado: Sextas Feiras de noite, até 15 irmãos, em estritas regras da Pandemia: Ministração Exclusiva de Tito Berry
3. CAFESTA: Duas vezes por ano, só depois de completa liberação das restrições: Ministrações Livres de todos ou de qualquer chamado a tal, sem que seja Tito Berry
4. IGREJAR PARA O MODELO: Uma vez por mês, nas mesmas limitações do evento anterior: Ministração de Pastoras e Pastores previamente combinados. Outro lugar a combinar, distinto da Sede da Missão ou MMG.
5. Diálogo entre Discípulos: Duas vezes ao mês, as Segundas Feiras de noite, nas mesmas limitações anteriores: Diálogos Abertos.
30.04.21
Tito Berry